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Farmacêutico, servidor público e professor. Além disso, tentando estar antenado com os assuntos do cotidiano....

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Dicas de filmes para profissionais de saúde...para o fim de ano.

Estamos com cada vez mais dicas de filmes para profissioinais de saúde. Agradeço aos 2 ou 3 leitores do Blog pelas indicações. Caso fique em casa neste feriado e está buscando atualizar seu lado cinéfilo, veja as dicas já postadas neste humilde blog: http://marcoaureliofarma.blogspot.com.br/search/label/Dicas%20de%20filmes
Abaixo, seguem novas dicas...

TÁ FALTANDO ALGUMA COISA -

"Foi lançado, recentemente, um documentário que conta histórias de pessoas vítimas do Talidomida, um tipo de medicamento receitado para fins sedativos e contra enjoos nas grávidas, na década de 60, mas tornou-se um pesadelo por causar deformidades nos bebês e trazer gerações com deficiências nos membros.
O documentário chamado " Tá faltando alguma coisa" é dirigido pela presidente da Associação Brasileira dos Portadores da Síndrome da Talidomida (ABPST), Claudia Marques Maximino, que também é uma das vítimas do medicamento.
O filme retrata a história da Talidomida no Brasil e a luta dos direitos das pessoas que foram afetadas por essa tragédia da medicina. Além disso, faz uma dura crítica pelo fato de o País ser o único no mundo a ter uma terceira geração com deformidades geradas pelo uso da droga.
 
História
 
A Talidomida foi introduzida no mercado em 1957. Inicialmente, era comercializada como droga de ação hipnóticosedativa, ou seja, utilizada para sedação, anti-inflamatório e hipnótico. Na ocasião, como os procedimentos de testes não eram tão rígidos, o medicamento passou a ser indicado a mulheres grávidas.
Anos depois, foram relatados milhares de casos envolvendo gestantes, que fizeram uso da medicação, e geraram bebês com mal formação. Diante da gravidade, pesquisadores realizaram testes em coelhos e primatas e foi constatado os mesmos efeitos devastadores. Inicialmente, as pesquisas só haviam sido realizadas em ratos, e os mesmos não apresentaram consequências dos efeitos colaterais.
No ano de 1962, havia mais de 10 mil casos de defeitos congênitos associados ao medicamento. Os bebês nascidos desta tragédia ficaram conhecidos como "bebês da talidomida" ou "geração talidomida".
O histórico da Taliodomida constitui um marco que serviu para alertar sobre a importância dos riscos do uso incorreto dos medicamentos. A partir de então, o conceito de Farmacovigilância (atividade relativa à identificação, avaliação, compreensão e prevenção de efeitos adversos ou qualquer possível problema relacionado a medicamentos) ganhou força. As instituições passaram a se preocupar não apenas com a produção e comercialização dos medicamentos, mas sim com o seu destino final: os pacientes."
 
Para mais informações acesse; www.talidomida.org.br
 
Imagem e texto extraído de: http://www.siat.ufba.br/node/475
 
QUASE DEUSES -
 
Esse foi uma indicação da amiga Caterine Cavalcanti.
 
"Nashville, 1930. Vivien Thomas (Mos Def) é um hábil marceneiro, que tinha um nome feminino pois sua mãe achava que teria uma menina e, quando veio um garoto, não quis mudar o nome escolhido. Eleé demitido quando chega a Grande Depressão, pois estavam dando preferência para quem tinha uma família para sustentar. A Depressão o atinge duplamente, pois sumiram as economias de 7 anos, que ele guardou com sacrifício para fazer a faculdade de medicina, pois o banco faliu. Thomas consegue emprego de faxineiro, trabalhando para Alfred Blalock (Alan Rickman), um médico pesquisador que logo descobre que ele tem uma inteligência privilegiada e que poderia ser melhor aproveitado. Blalock acaba se tornando o cirurgião-chefe na Universidade Johns Hopkins, onde está pesquisando novas técnicas para a cirurgia do coração. Os dois acabam fazendo um parceria incomum e às vezes conflitante, pois Thomas nem sempre era lembrado quando conseguiam criar uma técnica, já que não era médico."
 

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Lançamento da Campanha de Descarte de Medicamentos na Bahia.



No próximo dia  19.12, às 8:00, na sede do Conselho Regional de Farmácia da Bahia -  CRF-BA (Rua Dom Basílio Mendes Ribeiro n. º 127-Ondina,Salvador/Bahia) será lançada a Campanha de Descarte de Medicamentos.

Veja abaixo o convite para o evento:

 

DESCARTE DE RESÍDUOS DE MEDICAMENTOS NA BAHIA

 

O grupo técnico de trabalho para o descarte de resíduos de medicamentos instituído pela 3.ª promotoria do Ministério Público do Meio Ambiente tem como objetivo realizar estudos de viabilidade técnica, econômica e avaliação dos impactos sociais para a implantação da logística reversa de medicamentos no estado da Bahia. O inicio do trabalho conta com a coleta amostral que adicionada aos dados de outros estados, subsidiará o acordo setorial em estudo realizado pela ANVISA.

O grupo técnico da Bahia é formado pela VISAs municipal e estadual, Conselhos regionais de Farmácia e Medicina Veterinária,Faculdade de farmácia da Universidade Estadual da Bahia-UNEB,
Movimento das Donas de Casas e Consumidores, LIMPURB- Empresa.
de Limpeza Urbana, NATULAB- Indústria de Medicamentos, STERICYCLE- empresa especializada em descartes de resíduos, BHS – empresa que desenvolveu as estações coletoras chamadas de Ecomed, Fundação Baiana de Pesquisa Científica, Desenvolvimento Tecnológico, Fornecimento e Distribuição de Medicamentos - BAHIAFARMA, Farmácias e Drogarias Santana, WalMart, Pague Menos, Drogasil, Farmácia Popular do Brasil, Farmácia Erva Doce.

A coleta amostral irá iniciar em 19 de dezembro e terá a participação de farmácias voluntárias com estações coletoras totalmente seguras e rastreáveis, contando com farmacêuticos treinados para auxiliar os consumidores, apesar da estação ser auto-explicativa. A distribuição das estações coletoras foi realizada buscando cobrir o maior território populacional e melhor acessibilidade.

A lista das farmácias participantes do programa estará disponível no site:
www.descarteconcsiente.com.br/Bahia. Neste site também será possível acompanhar os resultados da coleta através do“PRESERVÔMETRO”, onde a população baiana
saberá o quanto de medicamento foi conscientemente descartado e quanto de volume de água foi preservado.

Participe desta campanha você também! Além
de preservar a sua família diminuindo o risco do uso de medicamentos vencidos e/ou desnecessários, você ajuda a preservar o meio
ambiente!

 
 

 

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Estudantes de medicina contrários ao "Ato Médico"

"O projeto de lei que regulamenta o Ato Médico continua na pauta de discussões dos profissionais ligados à área da saúde e da sociedade em geral. O projeto agora vai para apreciação da Comissão de Educação do Senado.
 
O discurso de regulamentações da profissão é muito atrativo para os respectivos trabalhadores das mais diversas áreas. Regulamentar seria criar normas que determinassem uma profissão, suas funções e atribuições, mas na própria justificativa para a regulamentação já se admite que ela se justifica em função do surgimento de outras áreas da saúde que avançam sobre o campo de atuação médica. Utilizam o argumento como se a regulamentação fosse “proteger” a população dos maus profissionais.
 
Apresentam o argumento de que outras profissões da saúde já possuem seus respectivos projetos de lei e apenas a medicina não o possui, sendo necessário, portanto, a defesa desse projeto de lei que visa estabelecer os limites do ato médico, defendendo os interesses da população brasileira. Ora, o que não entendem é que as mesmas leis de outras profissões de saúde foram estabelecidas antes do histórico movimento de Reforma Sanitária, que, por sua vez, originou o Sistema Único de Saúde, portanto todas necessitam de reformulações. A falácia de proteger os cidadãos brasileiros se faz na medida que um ato de lei proposto após do advento do SUS procura enfraquecer o Sistema quanto a equipe multiprofissional e, conseqüentemente, não promove o princípio da integralidade. Protegeria a população caso houvesse maturidade de discutir o projeto de lei de modo conjunto com a sociedade e não procurando desesperadamente a aprovação do projeto no Congresso Nacional.
 
Há uma inversão de responsabilidades e de foco na discussão do ato médico. A inversão de responsabilidade se dá na medida em que não é a falta de regulamentação que prejudica a saúde da população e não será a regulamentação que protegerá a população contra falsos médicos. Já a inversão de foco pode ser verificada no âmbito de que ao invés de lutar por melhores condições de trabalho e de condições de serviço do médico, e melhoria de atendimento na saúde, estabelece conflitos com os outros profissionais de saúde, em função da disputa por quem exercerá determinada função no serviço de saúde. Com tal medida, o essa Lei acaba por afastar o médico dos outros profissionais de saúde.
 
Na proposta do ato médico mediante o pretexto de melhorar a profissão médica e proteger a população, não encontramos um só parágrafo que trate de questões como salário, jornada de trabalho e condições de trabalho, ou mesmo de atendimento multiprofissional. Não existe a compreensão da importância da participação dos demais profissionais no processo da promoção à reabilitação da saúde. Um projeto de regulamentação das profissões de saúde poderia sim proteger a população, caso fosse feito em conjunto com as outras áreas de saúde em um espaço amplo, pautado nas reais demandas do povo brasileiro.
 
A existência do ato médico é necessária a partir do momento que se faça uma regulamentação conjunta com as outras áreas de atuação na saúde. Os termos usados pelo médico sanitarista Emerson Merhy apresenta duas definições que podem exemplificar o que deveria estar sendo discutido no âmbito da regulamentação das profissões da saúde. Segundo Emerson, há núcleos de saber, que são atividades exclusivas de cada profissão e campos de saber, que são atividades compartilhadas e que permitem a perspectiva multiprofissional e abrange as possíveis intervenções dos profissionais. São esses campos e núcleos que deveriam estar sendo debatidos, discutindo a superposição em determinados momentos e visando sempre o melhor atendimento da população.
 
O que esse ato representa diante de um falso discurso de que a medicina necessita uma regulamentação é a criação de uma reserva de mercado. A categoria médica comprova mais uma vez a dificuldade de debater e atuar de modo multiprofissional. Os conselhos regionais de medicina se ausentam de debates sobre a saúde nos mais diversos conselhos e fóruns regionais de saúde enfraquecendo a luta pela defesa do SUS e de melhores condições de saúde.
Quanto aos posicionamentos retirados pela DENEM, alguns esclarecimentos. As principais instâncias deliberativas da executiva, onde esses posicionamentos são retirados, são espaços totalmente abertos. Os estudantes presentes nesses encontros têm total liberdade de se posicionar, e após amplo debate, as deliberações da executiva são votadas.
 
Com relação ao Ato Médico, o posicionamento foi tirado durante o 42º Encontro Científico dos Estudantes de Medicina no Rio de Janeiro, esse ano. O ECEM é o maior espaço deliberativo da DENEM, onde todos os estudantes têm direito a voz e a voto. As deliberações neste encontro acontecem depois de horas dedicadas em grupos de discussão e de trabalho, os quais têm seus resultados apresentados na Plenária Final, sendo aprovados os posicionamentos que a maioria dos estudantes presente respaldar.
 
O debate sobre Ato Médico acontecerá novamente no Congresso Brasileiro dos Estudantes de Medicina, que será realizado na UFOP, de 6 a 13 de janeiro.
 
Dessa forma, a DENEM se coloca aberta ao debate sobre esse tema e tantos outros e convida todos os estudantes para participar da construção da entidade!"
 

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Rumos para a assistência farmacêutica


No passado tivemos a importante experiência da Ceme, que nos permitiu aprender com os acertos e erros acumulados em sua implantação

Escrito por: José Gomes Temporão
Publicado em:O Globo - 30 de novembro de 2012


"Em um mercado global que movimenta um trilhão de dólares ao ano, o Brasil está entre os dez mercados farmacêuticos mais importantes. Vivemos um momento de franco processo de envelhecimento da população, com a predominância das doenças crônico-degenerativas cujo controle implica o uso por longos períodos de drogas cada vez mais caras e dependendo do governo para seu uso e acesso. Como garantir o acesso da nossa população aos medicamentos essenciais? No passado tivemos a importante experiência da Ceme, que envolveu produção, aquisição, distribuição, desenvolvimento e pesquisa de medicamentos, e que nos permitiu aprender com os acertos e erros acumulados em sua implantação.
A partir de 2000, a política de genéricos cria uma mudança estrutural no mercado e na política de acesso. Hoje, cerca de 25% do mercado farmacêutico são de genéricos e em processo crescente de expansão.
Já durante o segundo mandato do presidente Lula, são introduzidas inovações que estão transformando estruturalmente a dinâmica desse setor. O licenciamento compulsório do Efavirenz em 2007, medicamento utilizado no tratamento da Aids, no qual pela primeira vez o Brasil utilizou as prerrogativas do acordo Trips, teve grande impacto não apenas no Brasil e foi um divisor de águas das questões referentes a propriedade intelectual, medicamentos e saúde pública no país.
A partir daí, o Ministério da Saúde dá início à implantação da política de fortalecimento do Complexo Industrial da Saúde. Partindo de uma nova visão das relações entre saúde e desenvolvimento desenvolve-se uma estratégia inovadora que busca reduzir a dependência de tecnologia através de parcerias entre empresas públicas e privadas, utilizando o poder de compra do Estado como fator indutor do processo. Esta política envolve a parceria com o BNDES como agente de fomento, a criação do Grupo Executivo do Complexo Industrial da Saúde como espaço de formulação e desenho de parcerias público- privadas para desenvolver e produzir no país tecnologias de interesse para a saúde pública, e demarca uma mudança de paradigma.
Um exemplo é a mudança na Lei de Licitações, autorizando a dispensa no caso de parcerias entre laboratórios públicos e privados para a transferência de tecnologia e fabricação de produtos prioritários para o SUS, sancionada pela presidente Dilma Roussef.
Este conjunto de medidas, aliado ao aperfeiçoamento da atividade regulatória da Anvisa, cria um ambiente político, jurídico e institucional que muda radicalmente a política de acesso a medicamentos e a outras tecnologias no país.
Entretanto, o Brasil não pode continuar dependente das patentes das indústrias de pesquisa e desenvolvimento, sem participar deste seleto clube de indústrias farmacêuticas que desenvolve medicamentos.
Isto implica enfrentar novas questões como a proteção para as nossas invenções, ou das informações submetidas para aprovação da comercialização de novos medicamentos junto ao órgão regulador, que devem ser repensadas em favor das empresas que se aliem ao esforço do governo no sentido de desenvolver e produzir produtos no Brasil.
É preciso também mostrar todas as vantagens que representa desenvolver moléculas aqui, não somente para a ciência, a pesquisa, o mundo acadêmico, ou para as empresas, mas também para a saúde pública. Para tal poderemos nos inspirar na adoção de novas abordagens associando os governos, as empresas e o terceiro setor como algumas já existentes na Europa como o "Innovative Medicine Initiative", da Dinamarca, e o "Top Institute Pharma" na Holanda, que se dedicam a construir redes colaborativas entre a indústria, a academia e representações de pacientes."

Imagem extraída de: http://matematicadeaula.blogspot.com.br/2010_04_01_archive.html

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Saiba como funciona a transferência de tecnologia na saúde


"Muito se fala sobre transferência de tecnologia, mas você sabe o que isso quer dizer? Funciona da seguinte maneira: um laboratório internacional possui um produto inovador e conhecimentos tecnológicos necessários para o desenvolvimento de vacinas e medicamentos. Digamos que o Brasil precise importar um desses produtos para beneficiar a população. Para isso, ele faz um acordo com este laboratório internacional e ambos começam a trocar experiências. Com o objetivo de reduzir a dependência de importação e se tornar autossuficiente, o Brasil passa a adquirir qualidade internacional e amplia sua competitividade e capacitação tecnológica.
Nos acordos de transferência de tecnologia, firmados pelo Ministério da Saúde, a produção se dá por meio de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), feito com os laboratórios públicos. Nessa parceria, o Ministério é responsável pela compra dos medicamentos. Já os laboratórios da rede privada são responsáveis por produzir o princípio ativo e transferir a tecnologia ao laboratório público. Como contrapartida, o governo garante exclusividade na compra do medicamento por cinco anos.
Atualmente, estão em vigor 34 PDPs para a produção de 35 produtos finais, sendo 28 medicamentos, o DIU, um equipamento (kit de diagnóstico utilizado no pré-natal para identificar múltiplas doenças) e quatro vacinas. As parcerias envolvem 34 laboratórios, sendo 10 públicos e 24 privados, nacionais e estrangeiros. A produção de oito medicamentos já começou: antirretroviral Tenofovir, antipsicóticos Clozapina, Quetiapina e Olanzapina, relaxante muscular Toxina Botulínica, imunossupressor Tacrolimo, Rivastigmina, usado no tratamento de doença de Alzheimer, e Donepezila.
A expectativa é que, até o final de 2012, sejam ampliadas 15 novas parcerias abrangendo produtos biológicos, medicamentos para doenças negligenciadas e equipamentos, principalmente na área de órteses e próteses. A economia gerada pelas parcerias de medicamentos, insumos e equipamentos é de cerca de R$ 550 milhões por ano em compras públicas.
Laboratórios públicos – O Sistema Único de Saúde (SUS) possui 20 laboratórios públicos, os chamados laboratórios oficiais, que produzem medicamentos, soros e vacinas para atender às necessidades da rede pública de saúde. Juntos, eles produzem 80% das vacinas e 30% dos medicamentos utilizados no sistema. Produtos para as doenças negligenciadas, como malária, esquistossomose e doença de chagas, também são desenvolvidos por esses laboratórios devido à falta de interesse das empresas privadas na produção desses medicamentos.
Para aumentar a produção dessas instituições, o Ministério da Saúde lançou este ano o Programa de Investimentos no Complexo Industrial da Saúde (Procis) que investirá R$ 270 milhões na infraestrutura e qualificação de mão de obra de 18 laboratórios públicos. Para os próximos anos serão investidos R$ 2 bilhões sendo R$ 1 bilhão do governo federal e R$ 1 bilhão de contrapartidas estaduais.
Segundo o secretário de Ciência Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha, não havia um programa de estímulo e investimento na produção pública. Desta vez, o foco é o desenvolvimento tecnológico e a parceria com o setor privado. “O fortalecimento dos laboratórios públicos é essencial para a capacitação tecnológica e competitividade do país. Daí a importância de se investir em infraestrutura, capacitação da gestão e especialização da mão de obra dos laboratórios oficiais para que eles adotem as melhores práticas do mercado e ganhem um nível de qualidade internacional”, explica Gadelha."
Lista de laboratórios Oficiais

Bio-Manguinhos – Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos
Rio de Janeiro

Far-Manguinhos – Instituto de Tecnologias em Fármacos
Rio de Janeiro

FFOE – Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem – Farmácia Escola
Fortaleza/CE

FUNED – Fundação Ezequiel Dias
Belo Horizonte – MG

FURP – Fundação para o Remédio Popular
Guarulhos – SP

IQUEGO – Indústria Química do Estado de Goiás
Goiânia – GO

IVB – Instituto Vital Brazil
Niterói – RJ

LAFEPE – Laboratório Farmacêutico do Estado de Pernambuco S.A
Recife – PE

LAFERGS – Laboratório Farmacêutico do RGS
Porto Alegre – RS

LAQFA – Laboratório Químico Farmacêutico da Aeronáutica
Rio de Janeiro

LEPEMC / UPM – Laboratório de Ensino, Pesquisa e Extensão em Medicamentos e Cosméticos / Unidade de Produção de Medicamentos. FUEM – Fundação Universidade de Maringá
Maringá – PR

LIFAL – Laboratório Industrial Farmacêutico de Alagoas SA
Maceió – AL

LIFESA – Laboratório Industrial Farmacêutico do Estado da Paraíba
João Pessoa – PB

LFM – Laboratório Farmacêutico da Marinha
Rio de Janeiro

LPM – Laboratório de Produção de Medicamentos
Londrina – PR

LQFEX – Laboratório Químico Farmacêutico do Exército
Rio de Janeiro

LTF – Laboratório de Tecnologia Farmacêutica
João Pessoa – PB

NUPLAM – Núcleo de Pesquisa em Alimentos e Medicamentos
Natal – RN

FUAM – Fundação Universidade do Amazonas

NTF – Núcleo de Tecnologia Farmacêutica
Teresina/PI
Escrito por:
Gabriella Vieira / Blog da Saúde
Publicado em:  

 

domingo, 2 de dezembro de 2012

Filmes para profissionais de saúde que discutem a Bioética

"MAR ADENTRO"


"Baseado na história real de Ramón Sampedro, o filme retrata a luta de um homem – nascido em uma pequena vila de pescadores na Galícia – para dar um fim a sua própria vida. Na juventude, Ramón sofreu um acidente que o deixou tetraplégico e preso a uma cama por 27 anos. Com uma lucidez e inteligência cativante, Ramón lutou na justiça pelo direito de decidir sobre a sua vida, o que gerou vários conflitos com seus familiares, com a igreja, com a sociedade".
 



Sinopse extraída de: http://www.interfilmes.com/filme_14960_mar.adentro.html
Imagem extraída de: http://www.esphcastro.pt/biblioteca/index.php/77-actividades-be/84-filme-mar-adentro


SETE VIDAS



Do diretor de À Procura da Felicidade (The Pursuit of Happyness) e estrelada pelo indicado a dois Oscars®, Will Smith, chega uma história perturbadora e de grande suspense emocional sobre um homem com um segredo que o persegue e que decide se redimir mudando drasticamente as vidas de sete completos desconhecidos. Depois que seu plano é posto em andamento, nada pode alterá-lo. Ou era o que ele pensava. Pois o que Ben Thomas nunca esperava era se apaixonar por uma dessas desconhecidas - e ela é que começasse a transformá-lo.
Um mistério intrigante e uma história de amor surpreendente, Sete Vidas (Seven Pounds) levanta questões perturbadoras acerca da vida e da morte, arrependimento e perdão, estranhos e amizades, amor e redenção - e explora as relações que unem os destinos das pessoas de modos surpreendentes.
Tudo começa com uma lista de sete nomes: Ben Thomas, Holly Apelgren, Connie Tepos, George Ristuccia, Nicholas Adams, Ezra Turner e Emily Posa. A única coisa que eles têm em comum é o fato de todos terem chegado a um momento decisivo em suas vidas em que precisam desesperadamente de ajuda - financeira, espiritual ou médica -- e, sem que eles saibam, também o fato de cada um deles ter sido escolhido por Ben para ser parte do seu plano de redenção. Mas é Emily Posa (Rosario Dawson), uma paciente cardiopata cheia de vida, quem trava suas engrenagens ao fazer a única coisa que Ben julgou impossível - aproximar-se dele - e quem vira ao avesso a sua visão do mundo e do que é possível.

Imagem extraída de: http://www.culturamix.com/cultura/filmes/filme-sete-vidas
Sinopse extraída de: http://www.cinepop.com.br/especial/setevidas.htm